Seja meu chefe.
Seja meu cliente.
Seja meu pai, minha mãe ou meu irmão (de vez em quando).
Seja algum membro distante da minha família. Se eles fossem legais, pode ter certeza que não seriam mantidos distantes.
Me peça pra lavar louça. Esse é o tipo de coisa que eu faço quando preciso ou quando estou inspirada. Não tente me forçar a fazer fora dessas duas ocasiões.
Me pergunte por que eu estou nervosa/brava/irritada/mal humorada. Ou me pergunte se eu estou na TPM.
Fale comigo antes das 7 da manhã. Nessa hora todos os meus esforços estão concentrados em me manter acordada. Não force meu cérebro a articular frases coerentes.
Olhe meu prato e faça cara de nojo pra minha comida.
Faça sexo barulhento no quarto ao lado. Ou no apartamento de cima.
Tenha uma rede wireless ao alcance do meu computador, com um nível de sinal excelente, protegida por senha.
Imponha sua presença ao meu redor quando eu quero ficar sozinha.
Quando eu discordar de alguma coisa que você disse, responda “Espere até você ter a minha idade, aí a gente conversa”. Isso não é um argumento. E eu não vou esperar 10 anos pra retomar uma discussão.
Me acostume com a sua companhia e depois, de repente, desapareça por um mês. Ou esteja ocupado demais pra mim.
Me interrompa quando eu estiver concentrada em uma coisa importante pra “perguntar uma coisa”. E aí fale beeeeem devagar.
Compare meu volume de trabalho com o seu, ignorando o fato de que você ganha pelo menos 3 vezes mais.
Minta pra mim.
Me mostre uma mancha na minha roupa depois que eu já saí de casa e não tenho mais como trocar.
Ligue errado no meu telefone e, quando perceber que é engano, desligue na cara, sem pedir desculpa.
Espere que eu esteja realmente interessada em saber como anda sua gravidez/seu casamento. Nada pessoal, é que esses assuntos não me interessam mesmo.
Update 20/10:
Me chame de "bem".
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